A Disponibilidade mede uma única coisa: a parcela do tempo em que a linha deveria estar produzindo e efetivamente estava. O denominador é o tempo de produção planejado, que corresponde à duração do turno menos qualquer período em que se optou deliberadamente por não operar, como pausas programadas, reuniões planejadas ou um turno sem pedidos. O numerador é o tempo de operação, que é o tempo de produção planejado menos todas as paradas não planejadas e planejadas, mas que geram perda de produção.
A decisão crítica é o que conta como parada. Na maioria das linhas de envase, a troca entre tamanhos de garrafas ou sabores é considerada tempo de parada, pois a linha estava programada para produzir e não produziu. Avarias, espera por material, espera por liberação da qualidade e limpeza após derramamento também são contabilizadas. Uma regra comum em muitas fábricas é que qualquer parada longa o suficiente para ser registrada na folha de controle (geralmente 2 a 5 minutos ou mais) é considerada tempo de parada; interrupções mais curtas são tratadas na métrica de Desempenho.
Disponibilidade = Tempo de Operação ÷ Tempo de Produção Planejado. Mantenha as duas grandezas na mesma unidade, geralmente minutos, e nunca inclua no tempo de produção planejado as pausas programadas intencionalmente.
Procedimento Padrão
- 1Comece com a duração do turno em minutos.
- 2Subtraia o tempo não produtivo programado (pausas, reuniões planejadas, períodos sem pedidos) para obter o tempo de produção planejado.
- 3Some todas as paradas registradas, incluindo trocas e avarias, para obter o tempo de parada.
- 4Subtraia o tempo de parada do tempo de produção planejado para obter o tempo de operação.
- 5Divida o tempo de operação pelo tempo de produção planejado.
Resumo da Lição
- ✓O tempo de produção planejado exclui períodos não produtivos deliberados; o tempo de parada inclui trocas e avarias.
- ✓Estabeleça um limite claro para o que é registrado como parada, de modo que todos os turnos calculem a Disponibilidade da mesma forma.